Intervenção do governo Frando sobre greves na fronteira

As longas filas e demora na fiscalização de quem entrava e saía do Brasil pela Ponte Internacional da Amizade, durante a operação padrão na semana passada e os controles realizados pela Operação Militar Ágata 5.

- Publicado el 20/08/2012
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O secretário da Câmara de Comércio da cidade vizinha, Said Taijen, espera uma solução para o baixo movimento.

A prefeitura de Cidade do Leste emitiu um comunicado para a população, exigindo uma atitude do Governo Nacional e relação as consequências negativas que causam os controles do lado brasileiro da fronteira. "As medidas estão esgotando e asfixiando o já deprimido comércio fronteiriço, afetando o trbalho de comerciantes e humildes famílias trabalhadoras da via pública como camelôs, motoristas, mototaxistas, transportadores alternativos, entre outros", diz a nota municipal.

O documento cita também as longas filas de veículos, que demoram de 5 a 8 horas para cruzar a Ponte da Amizade, afugentando os turistas compradores, que é a principal fonte econômica da cidade. Ainda é mencionada a greve da Receita Federal, que resultou em centenas de caminhões parados no acesso à Ponte, gerando desabastecimento de produtos básicos e de primeira necessidade, afetando a economia paraguaia.


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